O controle de qualidade de alimentos consiste em fiscalizar e aprimorar os processos de higiene e manipulação de produtos. 

Além disso, na indústria alimentícia, o intuito dessas práticas é assegurar a segurança alimentar e não oferecer riscos à saúde dos seus consumidores.

Portanto, ter um processo rigoroso para garantir esse controle de qualidade de alimentos é imprescindível.

Afinal, levando em consideração que para ter espaço e oportunidades em um mercado tão competitivo, as empresas precisam oferecer eficiência nesses quesitos.

O que é o controle de qualidade?

A indústria alimentícia tem encontrado desafios maiores para cumprir com os requisitos que garantem a qualidade dos produtos.

Contudo, essa realidade está diretamente relacionada ao aperfeiçoamento dos métodos produtivos e o monitoramento dos processos através de normas de segurança.

Dessa forma, a padronização e o monitoramento definem o controle de qualidade, baseado em: segurança, gestão e padronização.

Segurança dos alimentos

A segurança consiste em cumprir as exigências necessárias para evitar colocar em risco a saúde do consumidor.

Além disso, as exigências são feitas através de órgãos de fiscalização que buscam classificar se os cuidados são levados em consideração.

Gestão da qualidade

A gestão da qualidade faz parte do planejamento da produção de alimentos e inclui as práticas do controle de qualidade dos alimentos.

Portanto, a do controle de qualidade pode contribuir para o gerenciamento dos processos, tornando a produção mais precisa e sem erros.

Padronização

O processo de padronização se inicia no começo da produção e deve ser mantido até o final.

Ou seja, todos os equipamentos utilizados devem garantir que o consumidor possa adquirir um produto com a certeza de encontrar a mesma qualidade.

Assim, a possibilidade de erros e prejuízos são diminuídos, o que pode melhorar a imagem da empresa.

Contudo, esse princípio acarreta na diminuição dos desperdícios durante a produção.

Leia mais: 05 ferramentas de controle de qualidade

Como controlar a qualidade dos alimentos?

A legislação brasileira estabelece que todo estabelecimento que trabalhe com o manuseio e manipulação de alimentos.

Por isso, o processo de controle de qualidade dos alimentos se baseia nas normas específicas de cada ramo, que auxilia a monitorar a segurança alimentar e garantir que a qualidade apresentada nos produtos esteja sendo seguida.

Um exemplo dessa documentação são as fichas técnicas presentes nas embalagens, que indicam os valores nutricionais de cada alimento para informar ao consumidor o tipo de produto que irá adquirir.

Além disso, podem ajudar o cliente a decidir qual alimento realmente comprar e as suas informações específicas.

Mas, um documento que contribui muito para a fiscalização e regulação dos alimentos é o das Boas Práticas de Fabricação (BPF). 

O BPF é um documento elaborado pela Anvisa, que orienta sobre as medidas que devem ser adotadas pelas empresas desse ramo, visando assegurar a qualidade e conformidade dos produtos conforme a regulamentação.

Por que é importante controlar a qualidade?

Garantir a qualidade dos produtos é uma preocupação que todo e qualquer tipo de empresa deve ter.

Afinal, oferece uma vantagem competitiva no mercado e também permite que seus consumidores tenham mais saúde, bem-estar e segurança.

Em especial quando o assunto em questão for os alimentos que consumimos diariamente.

Além disso, a higiene e segurança são os principais fatores que o controle de qualidade de alimentos se preocupa. 

Entretanto, outro fator beneficiado pelo processo é a diminuição de desperdícios, que pode acontecer em diversos pontos da produção.

Para isso, para monitorar tudo o que acontece na produção, o controle de qualidade ajuda as indústrias a evitar o desperdício de alimentos, principalmente no armazenamento dos produtos, que vão chegar ao consumidor final.

Portanto, quando uma empresa opta por trabalhar dentro dos padrões de qualidade, além de fazer a sua parte, garante que os consumidores tenham uma alimentação saudável.

Quais os benefícios do controle de qualidade?

Além disso, ao implementar o controle de qualidade de alimentos com a ajuda de equipamentos adequados para a indústria alimentícia, é possível garantir que todos os processos estejam de acordo com os padrões estipulados.

Os benefícios desta implementação resultam em:

  • Clientes mais satisfeitos;
  • Padronização na gestão;
  • Integração dos departamentos;
  • Garantia da segurança alimentar;
  • Melhoria da comunicação com todos os envolvidos;
  • Redução de desperdícios que os alimentos;
  • Aumento da lucratividade;
  • Maior produtividade.

Portanto, através de um controle de qualidade automatizado, é possível eliminar perdas em sua produção.

03 dicas para melhorar o controle de qualidade 

A fiscalização dos alimentos deve ser feita em todas as etapas, desde a produção, armazenamento, transporte até a chegada ao consumidor.

Além disso, também é importante seguir os padrões higiênico-sanitários para a indústria alimentícia que são regulamentados por leis.

Porém, nesta etapa é importante contratar profissionais especializados, como nutricionistas ou consultores da área.

Confira como melhorar o processo de controle de qualidade de alimentos no seu negócio. 

1. Padronização e automação

Defina um padrão a ser seguido e automatize com equipamentos tecnológicos o máximo de processos possíveis.

Afinal a automação contribui para controlar a qualidade dos produtos e oferece maior precisão.

Para isso, você pode contar com a Cetro Máquinas e adquirir equipamentos de alta qualidade, como máquinas seladoras, dosadoras e embalagens esterilizadas.

2. Definição dos critérios de avaliação

O segundo passo é definir os critérios de avaliação e os Pontos Críticos de Controle — etapas que precisam de maior atenção por influenciarem na qualidade e segurança dos alimentos.

Também é necessário definir os parâmetros de qualidade dos produtos e do processo de produção, para que seja mais fácil controlar e fiscalizar.

Nessa etapa, um profissional especializado é fundamental para ajudar a definir quais são todos esses critérios para o seu negócio.

3. Monitoramento e ajustes

Por fim, você deve monitorar e analisar os resultados obtidos, não apenas para verificar se os produtos alcançaram a qualidade pretendida, mas também para identificar processos que precisam ser ajustados e melhorados.

Mas, uma atitude que pode ajudar na etapa é solicitar feedbacks aos clientes.

Lembre-se que para ter uma empresa de alta qualidade e eficiência, você deve buscar a melhoria contínua.

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Você já pensou em abrir ou tem uma pizzaria?

A pizza é um dos alimentos mais consumidos no Brasil e depende de fatores relacionados ao alimento e, principalmente, ao forno de pizza. 

A escolha do forno de pizza é um assunto importante para seu futuro estabelecimento.

Mas você sabe qual forno utilizar?

As opções de forno de pizza elétrico ou a gás estão populares e vêm ganhando mercado por serem mais rápidos e eficientes.

Com o equipamento adequado, sua demanda poderá aumentar, tornando seu trabalho mais econômico e produtivo.

Entenda a diferença entre os fornos para pizza e saiba qual escolher com base nas vantagens de cada um.

O mercado das Pizzarias

Ao empreender no setor de pizzas, é preciso que o empreendedor possua aptidão para os negócios e vontade de aprender, com base em informações, cursos e até na companhia de pessoas que já atuam na área.

Segundo dados do Euromonitor Internacional, o setor de comida no Brasil deve crescer quase 5% até 2022, alcançando o faturamento de R$527,5 bilhões.

A pesquisa considerou diversos tipos de empreendimentos e estabelecimentos que preparam e entregam comidas.

Além disso, o Brasil possui um amplo mercado em ascensão para o consumo de alimentos fora de casa, representando cerca de 33% dos gastos da vida dos consumidores.

Diferenciação

O que faz uma pizza ser vendida por R$ 17 e outra, do mesmo sabor, custar R$60? 

A resposta está na qualidade dos ingredientes, bom atendimento aos clientes, uso de inovações e na gestão do estabelecimento. Todos esses itens são responsáveis por agregar valor ao seu produto.

Dessa forma, é preciso muita atenção no gerenciamento da empresa, afinal, cada empreendimento possui particularidades.

Portanto, para esse tipo de negócio deve contar com um estoque de mercadorias suficiente e compacto para toda a operação, evitando o impacto no capital de giro e buscando o equilíbrio entre oferta e demanda.

Mas, por outro lado, mercadorias estocadas por muito tempo podem parar o dinheiro investido.

Equipamentos

Porém, agregar valor ao seu negócio implica em oferecer produtos complementares para diferenciar-se da concorrência e atrair o seu público-alvo.

Ou seja, não basta oferecer algo que os seus concorrentes não oferecem.

É preciso que a sua empresa seja reconhecida e diferenciada pelos clientes, assim como a sua vantagem competitiva, que pode aumentar o nível de satisfação do consumidor com o produto.

Entre os principais equipamentos utilizados em um empreendimento de pizza, temos:

  • Forno – A gás, elétrico ou a lenha;
  • Fogão – Doméstico ou industrial;
  • Processador de Alimentos;
  • Máquina Fatiadora de Frios;
  • Masseira;
  • Geladeira – Escolha uma de pelo menos 540 litros;
  • Freezer – Opte por modelos acima de 400 litros;
  • Refrigerador para Bebidas;
  • Balança Digital;
  • Mesas e Tampos de Trabalho – Granito ou inox.
  • Condimentadora e Pizzaiolla – Base e recipientes Inox que receberão os ingredientes de montagem.
  • Gaveteiro para as Massas;
  • Pá de madeira, Ferro ou Alumínio;
  • Espátulas, Conchas, Cutelos e Facas Grandes, Tábuas de Corte e Rolos de Polietileno.
  • Recipientes para o armazenamento de ingredientes;
  • Mochilas de Entrega;
  • Panelas e Outros Acessórios.

Porém, é preciso considerar as instalações dos equipamentos e espaços para que a logística funcione, visando não prejudicar os alimentos, a organização e a circulação de clientes pelo ambiente.

Forno de pizza elétrico

Os fornos de pizza elétricos são versáteis e, na maioria dos casos, portáteis. Por serem menores, o equipamento pode ser facilmente acomodado em qualquer lugar. Além disso, são uma alternativa para aumentar a produtividade, pois o modelo assa uma quantidade maior de pizza por fornada.

O forno para pizza elétrico é mais preciso na temperatura, cocção e produção do que o forno a gás. O controle é eficiente para que a temperatura seja atingida rapidamente.

Por outro lado, o custo da energia elétrica pode ser uma desvantagem para quem opta por esse modelo.

Para quem serve mais do que pizzas, o forno elétrico também é uma resposta. Contudo, é necessário fazer o que se espera de qualquer empresário – colocar as contas na ponta do lápis e decidir qual o melhor investimento para você.

Leia mais: 19 itens que NÃO podem faltar no seu restaurante

Forno de pizza a gás

Os fornos a gás têm uma boa produtividade e são fáceis de utilizar.

Esse equipamento permite que você alcance a temperatura certa de forma rápida e eficaz. 

Além disso, o forno a gás propicia grande produtividade e garante que o tempo de cocção seja uniforme – é possível “prever” a entrega de pedidos com maior fidelidade.

Além disso, a limpeza do equipamento é feita de forma rápida e prática, por não soltarem fumaça.

Dentre os benefícios, estão o compromisso com a preservação ambiental, facilidade de uso, a uniformidade e constância da temperatura.

A maior vantagem do forno a gás é a economia, já que o gás é mais barato que a energia elétrica. Os modelos mais modernos possuem maior eficiência energética, capaz de diminuir o valor da produção e ajudar a prever os gastos.

Confira: 8 motivos para usar uma máquina de embalagem para pizza

Qual forno escolher?

O melhor forno para a pizza depende de como é o seu estabelecimento. Cada negócio valoriza um ponto dentro da sua atuação. Ou seja, alguns priorizam a agilidade, enquanto outros querem oferecer além de pizzas.

O mais importante é que você sempre analise os prós e contras de cada modelo de forno. Faça uma análise do seu negócio para identificar qual opção corresponde melhor às suas necessidades.

Pense em fatores como custo-benefício, espaço disponível no restaurante, produtos que serão comercializados, portabilidade do forno, treinamento dos funcionários e as metas a longo prazo.

Confira uma seleção de equipamentos ideais para sua pizzaria

Além de tornar a sua empresa mais competitiva, é importante dimensionar o conjunto de equipamentos e serviços que podem agregar maior custo-benefício ao seu negócio.

Para te ajudar nessa decisão, os canais de atendimento da Cetro oferecem uma assessoria completa para a aquisição dos equipamentos ideias para sua produção. Sobretudo, as máquinas possuem a maior garantia do Brasil e asseguram a sua alta produtividade.

Acompanhe o Blog da Cetro e garanta que o seu negócio tenha as melhores soluções para automatizar os seus processos.

A máquina empacotadora é um equipamento que pode, por sua grande variedade de modelos, auxiliar em diversos tipos de produção, desde pequenas fabricações, mesmo individuais ou domésticas, até grandes indústrias com produções em larga escala.

Ao optar pelo maquinário que mais se adequa às suas necessidades, você deverá levar em conta alguns aspectos importantes, sempre direcionando seu pensamento não só às produções feitas atualmente, mas também possíveis insumos futuros.

O que é uma Empacotadora?

Em diversos segmentos de mercado, uma empacotadora é essencial para tornar a produção padronizada e aumentar a competitividade da empresa.

As empacotadoras contam com um sistema que possibilita dosar e embalar produtos com praticidade. Seu sistema gera as embalagens através de bobinas, que são mais baratas e geram economia.

A máquina possui sistema inteligente que ajusta o peso exato do produto a ser embalado.

Consequentemente, a quantidade extra que iria dentro das embalagens deixa de ser perdida para se converter em lucro.

Contudo, esse tipo de equipamento exige um operador para inserir a bobina das embalagens, abastecer a máquina com o produto e retirar o pacote finalizado.

Além disso, a automatização dos processos diminui problemas frequentes comparados à produção manual, como pausas e desperdício de insumos.

Com a produção automática é possível programar o fluxo de trabalho conforme a demanda.

Empacotadoras: Qual escolher?

Nos processos de empacotamento manual, toda a pesagem do produto é realizada já considerando uma pequena margem de erro.

Isso porque no setor alimentício, existem algumas regras a serem seguidas, com possibilidade de aplicação de multas caso a dosagem esteja além do permitido.

Entenda a diferença entre os processos manuais e automáticos.

Empacotamento manual

Durante o processo de empacotamento manual há um colaborador atuando e controlando os valores apresentados na dosagem do produto.

O funcionário acompanha todas as etapas do processo e confere as taras dos produtos, repassando os valores informados pela balança.

Essa ação transmite mais confiança aos gestores por entenderem que as quantidades embaladas estão corretas e dentro das normas.

Empacotamento automático

Como já dito, o processo automático de empacotar produtos envolve equipamentos tecnológicos, que são responsáveis por determinar o peso e dosagem ideal para cada embalagem.

O processo ocorre sem interferência humana direta, mas ainda é possível acompanhar o trabalho da máquina e conferir os produtos já feitos.

Essa etapa possibilita programar e ajustar os parâmetros do equipamento para garantir que as embalagens tenham a mesma dosagem e sem diferença de peso.

Cada máquina possui configurações específicas, porém todas garantem processos mais eficientes e baixa margem de erro.

Dessa forma, comparado com o processo manual, no empacotamento automático a empresa é favorecida por uma gestão eficiente de matéria-prima.

Assim o processo se torna mais assertivo e propõe a economia e redução do desperdício dos insumos.

Leia mais: A importância das embalagens no momento da compra

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Como escolher a melhor empacotadora?

O primeiro pensamento para decidir a sua máquina empacotadora deve ser em suas produções.

Isso porque existem modelos específicos para cada espécie de produto, e respeitar isso, é importante para garantir um fluxo realmente efetivo na fabricação e empacotamento.

Veja os pontos principais que deverá ter em mente:

Tipo de produto e embale

Mas considere: qual tipo de embalagem fica melhor em termos de conservação e venda?

Esse detalhe faz toda a diferença na hora de decidir a máquina empacotadora que precisará ter entre seus equipamentos.

Caso você produza itens que devem ser empacotados em sachês, por exemplo, existe uma empacotadora específica para isso, bem como para líquidos e pastosos e, claro, para grãos e pós, cujo equipamento ideal conta com uma balança, pois são produtos que devem ser dosados com precisão, por seu peso.

Volume de produção

Para volumes mais altos de produção, o melhor é ter à disposição um equipamento mais rápido.

É o caso de uma empacotadora com sistema pneumático, cujos pistões aceleram o processo e ajudam a selar melhor as embalagens, com mais robustez e economia de energia.

Em casos de produções menores, com um volume menos massivo, uma empacotadora automática comum é o ideal, assim é possível compreender como o fluxo de produção melhorará com o equipamento e, então, apostar em outras possibilidades de maquinário no futuro.

Diversidade de materiais 

Dependendo da sua produção, talvez você precise trabalhar com materiais diferentes.

Por isso, é bom contar com uma máquina empacotadora que lhe permita algumas opções, sem afetar sua produtividade.

Plásticos para alimentos, por exemplo, precisam não só ser mais resistentes como devem suportar alguns tipos de procedimentos para segurança, como luz ultravioleta e certas doses de calor, afim de matar as bactérias e microrganismos presentes na embalagem.

Sendo assim, você precisa ter a opção de trabalhar com certos materiais distintos, podendo produzir para segmentos variados.

Tipos de Empacotadoras Cetro

Empacotadora para Grãos e Pó

Preservar a qualidade e garantir a segurança alimentar na hora de embalar é muito importante.

E investir nesse tipo de equipamento agiliza e automatiza o processo de embalar.

Desta forma, a produção se torna muito mais rápida e ágil, evitando os riscos de contaminação.

Utilizar uma empacotadora permite padronizar os produtos e oferecer uma mercadoria com aspecto profissional.

Porém, você pode utilizar esses modelos para embalar produtos como: café em pó, farinha de trigo, amendoim, feijão, café, produtos farmacêuticos, talco, pesticidas agrícolas, corantes, sabão em pó e diversos outros itens.

Empacotadora para Líquidos e Pastosos

Esses equipamentos têm o seu funcionamento bem parecido com uma empacotadora para produtos secos.

O diferencial é que alguns modelos da Cetro realizam o processo de esterilização das embalagens através de raios ultravioleta.

Dessa forma, evita que as embalagens sejam contaminadas por fungos e bactérias.

Mas, na Cetro, você encontra diversos equipamentos robustos, verticais e confeccionados em aço inox com painel digital controlados por sistema CLP, sistema de pistões pneumáticos, sensores ópticos, cuba com visor de nível, ajustes de temperatura da selagem e alarmes que avisam quando o produto acaba, evitando o desperdício de embalagens.

As aplicações são diversas e as mais comuns são:  embalagens de condimentos, ketchup, mostarda, maionese e molhos em geral; ou mesmo embalagens de polpa de frutas e leite em saquinhos.

Ou seja, as empacotadoras auxiliam não apenas a reduzir o desperdício, como também a melhorar a sua lucratividade.

E se você quer empreender com os equipamentos corretos e contar com uma assistência completa para qualquer lugar do país, saiba que a Cetro oferece soluções completas para automatizar sua produção de maneira prática e rápida.

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A embalagem sous vide é propícia para ser utilizada em alimentos que serão cozidos por meio desta técnica culinária. Além do método de cozimento, oferece inúmeras vantagens aos restaurantes que o utilizam, como embalar produtos com esse plástico especial.

No decorrer deste artigo, abordaremos as vantagens que o sous vide pode oferecer ao seu empreendimento, além de te ajudar a compreender mais sobre o assunto.

O que é Sous-Vide?

O nome de origem francesa significa “sob vácuo” e consiste em cozinhar alimentos previamente embalados a vácuo imersos na água em temperaturas definidas.

Seu método foi desenvolvido para preparar alimentos sem perder sua composição original. Com isso, é possível garantir uma melhor experiência de consumo, entregando um alimento fresco, saboroso e com todos os nutrientes preservados.

Para exemplificar, vamos utilizar uma carne vermelha. Ao colocá-la para cozinhar na chapa, a alta temperatura afeta seus aspectos, com uma parte mais queimada, enquanto outras não. Por isso, é normal que diminua de tamanho e tenha a aparência mais seca, afetando o sabor.

E, ao realizar a cocção no Sous-Vide, isso não ocorre, porque a temperatura controlada mantem as propriedades essenciais da carne. A técnica garante o cozimento perfeito e todos os pontos ficam cozidos de maneira uniforme, sem perda de água, volume ou nutrientes.

Isso tudo acontece em razão de alguns fatores. Um deles é o modo como a embalagem é feita: sacos selados com uma seladora a vácuo. Isso garante uma maior vida útil, frescor e proteção contra bactérias.

Como utilizar as embalagens de Sous-Vide na prática?

Como utilizar o Sous Vide?

Enquanto o cozimento é otimizado, você pode antecipar o preparo dos alimentos deixando-os prontos e finalizá-los no momento de servir .

Você pode utilizar a técnica para preparar diversos tipos de carnes, legumes, vegetais e vários outros alimentos. Ou seja, os temperos se intensificam em razão do tempo de interação com o alimento, preservando nutrientes específicos.

E se você tem uma preocupação com a segurança alimentar, o processo pode eliminar todas as bactérias. Com o alimento mantido na embalagem a vácuo, a manipulação direta também é reduzida.

Vantagens das embalagens para Sous Vide

Como é exposta a altas temperaturas, a embalagem sous vide deve ser feita em um material resistente e seguro, como o Nylon Poli. Além disso, para selar o produto, você precisará de auxílio de uma seladora a vácuo. Já o cozimento pode ser feito em banho-maria com um termocirculador.

Fora os benefícios proporcionados aos alimentos, o embalo a vácuo traz inúmeras vantagens aos empreendedores.

Como vimos, esse método de cocção é ideal para cozinhar alimentos de forma perfeita. Mas, além de ser uma ótima técnica culinária para adicionar aos pratos do seu cardápio, as embalagens também são benéficas para um restaurante. 

  1. sacos selados a vácuo aumentam a vida útil do alimento;
  2. como conservam os produtos por mais tempo, evita desperdícios e, consequentemente, ajuda a economizar;
  3. conservam o frescor do produto e não interfere na sua composição;
  4. preservam os nutrientes, aparência, cor, umidade e textura do alimento;
  5. são versáteis, pois pode ser usadas em vários tipos de comidas, como carnes, vegetais, laticínios, entre outros;
  6. acentua o sabor e os temperos;
  7. proporciona praticidade no armazenamento;
  8. otimiza a produção, já que é possível preparar os alimentos antes e deixá-los prontos para finalizar na hora de servir;
  9. protegem os alimentos no transporte;
  10. contribuem para segurança alimentar, pois evitam o contato com microorganismos e bactérias.

 

embalagens

A Cetro oferece soluções completas para todos os itens necessários para aplicação da técnica como seladoras a vácuotermocirculadores e também embalagens próprias para o preparo que atendem todas as certificações internacionais de qualidade.

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